Resultado ajustado cresce 13,9% sobre o primeiro trimestre; receitas com prestação de serviços chegam a R$ 9,1 bilhões.

O Banco do Brasil fechou o segundo trimestre de 2026 com lucro líquido ajustado de R$ 3,9 bilhões. O valor representa crescimento de 13,9% em relação aos três primeiros meses do ano e de 3,3% na comparação com o mesmo período de 2025.

Os números aparecem no material de resultados do banco referente ao segundo trimestre.

A margem financeira bruta ficou em R$ 27,5 bilhões, praticamente estável na comparação com o trimestre anterior, com alta de 0,2%. Em relação ao segundo trimestre do ano passado, o crescimento foi de 9,6%.

O banco também registrou R$ 9,1 bilhões em receitas com prestação de serviços, avanço de 3,4% sobre o primeiro trimestre e de 4,2% em um ano.

Já as despesas administrativas chegaram a R$ 10,1 bilhões, com crescimento de 0,6% no trimestre e de 4,1% na comparação anual.

Outro número apresentado é o custo do crédito, que ficou em R$ 18,5 bilhões. Houve redução de 2,1% em relação ao primeiro trimestre, mas alta de 16,1% na comparação com o mesmo período de 2025.

A inadimplência acima de 90 dias da carteira de crédito ficou em 5,61%, enquanto o índice de capital principal chegou a 11,27% em junho.