O Kinea Securities Fundo de Investimento Imobiliário (KNSC11) iniciou sua 6ª emissão de cotas, com oferta pública primária que pode movimentar até R$ 400 milhões. As novas cotas serão ofertadas ao preço de R$ 8,95 cada, já considerando a taxa de distribuição, e a aplicação mínima será de 115 cotas, equivalente a R$ 1.029,25.

Segundo o material da oferta, os recursos serão destinados à ampliação da carteira do fundo, que atualmente possui investimentos em mais de 90 Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs). A gestora destaca que pretende aproveitar o cenário de juros elevados para originar novas operações com relação considerada atrativa entre risco e retorno, aumentando a taxa média da carteira.

O fundo informa que possui indexação mista, combinando ativos atrelados ao IPCA e ao CDI, estratégia que busca proporcionar maior estabilidade na distribuição de rendimentos ao longo do tempo. O material também destaca o histórico superior a cinco anos de operação, alta liquidez no mercado secundário e pagamento mensal de rendimentos isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas, quando atendidos os requisitos legais.

A oferta prevê direito de preferência aos atuais cotistas entre 31 de julho e 12 de agosto de 2026. O período de coleta de intenções de investimento vai de 31 de julho a 27 de agosto, enquanto a liquidação do primeiro período está prevista para 2 de setembro de 2026. O público-alvo são investidores em geral, e a oferta possui volume mínimo de R$ 30 milhões para ser efetivada.

De acordo com a gestora, o crescimento do patrimônio do fundo também deverá ampliar a diversificação da carteira e favorecer a liquidez das cotas negociadas no mercado secundário. Entre os diferenciais apresentados estão o acesso a operações de maior porte, a equipe de gestão e a diversificação dos investimentos.

O material ressalta, contudo, que o investimento envolve riscos, incluindo crédito, mercado, liquidez, aspectos regulatórios e tributários, entre outros descritos no prospecto da oferta. A Kinea enfatiza ainda que rentabilidade passada ou projeções não representam promessa ou garantia de desempenho futuro.